Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
A PROPAGANDA DE SÓCRATES É SUPERIOR À DE SALAZAR

A visita do primeiro-ministro & companhia, hoje, às escolas para entregar o "MAGALHÃES", não passa de uma acção de SHOW-OFF e de pura demagogia.

Esta acção de, reality shows, de Sócrates, faria inveja aos ministros da propaganda de SALAZAR

É uma vergonha. Imaginem Salazar, ou Marcelo, a distribuir esferográficas modernas pelas escolas, a chacota que teria sido?

Pois neste momento, os computadores, são ferramentas de trabalho como as esferográficas eram no tempo da ditadura.

Sócrates, quando há inaugurações, primeiras pedras, ou qualquer tipo de lançamentos, não perde uma para a sua propaganda, mas quando existe qualquer problema, por mais pequeno que seja, foge como o DIABO da cruz e esconde-se por de traz dos ministros. É de verdade uma atitude digna de um "homem" corajoso e decidido. Mas na minha terra, a isto chama-se, cobardia.

 



publicado por LFF às 20:18
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
UM MAU SERVIÇO AO JORNALISMO

 

A agência LUSA emitiu uma notícia sobre o baptismo da lancha, ARIEL, com o seguinte teor:

«O acesso à mais pequena ilha do arquipélago, (…), só pode ser feito por via marítima ou aérea, através dos voos da SATA, (….), LUSA/OG».

Ora, uma ilha é uma porção de terreno cercado de mar por todos os lados, logo o seu acesso, só pode ser feito por via marítima ou aérea, independentemente do seu tamanho.

Sendo S. Miguel, a maior ilha dos Açores, como se pode lá chegar?

Esta notícia não a vou classificar nem adjectivar, porque para isso teria de chamar os bois pelos nomes, mas como não quero ser mal-educado nem inconveniente, apenas chamo a atenção para haver mais cuidado quando são redigidas as notícias.

 



publicado por LFF às 15:58
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CONFRONTO NÃO ENTRE CAVACO E SÓCRATES, MAS SIM ENTRE SÓCRATES E CÉSAR

Muito se tem falado, na comunicação social, no confronto entre a presidência da república e o governo, devido às Leis do divórcio e do Estatuto dos Açores.

No que ao Estatuto dos Açores diz respeito, a “guerra”, não é, nem vai ser, entre o Presidente e o Governo, o confronto vai ser sim, entre Sócrates e Carlos César, porque além de Sócrates não desejar um confronto com Cavaco, ele não gosta de César e vai obrigar este a engolir um SAPO do tamanho dos Açores,

O PS nacional vai alterar conforme Cavaco deseja, até porque o próprio PS concorda com o Presidente da República, basta ouvir o que o Dr. António Vitorino disse segunda feira na RTP1.

 



publicado por LFF às 12:04
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CORVO EM FESTA

Ontem foi dia de festa na nossa ilha.

Primeiro a chegada da nova lancha, baptizada de “Ariel”, que vai assegurar as ligações entre Corvo/Flores, espero que com óptimos resultados.

Depois a entrega de cadeiras de roda para pessoas necessitadas, mas aqui ficou demonstrado, mais uma vez, que quando se trata de qualquer coisa para o Corvo, a tendência é para desviar para outra ilha, quase sempre, para a vizinha ilha das Flores.

Gostei de ouvir a minha amiga Rosa Rego a protestar pelo desvio das 9 cadeiras, só faltou que atirasse, feio e forte, como ela sabe, a quem assim procedeu.

 



publicado por LFF às 11:52
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008
ESTE ARTIGO MERECE SER LIDO POR TODOS
O ARGUMENTO DA HONRA


Baptista-Bastos
Escritor e jornalista - b.bastos@netcabo.pt
 
A ética republicana iluminava as virtudes do carácter e a grandeza dos princípios. As revoluções, idealmente, não são, apenas, alterações económicas e substituições de regimes. Transportam a ideia feliz de modificar as mentalidades. Essa mistura de sonho e ingenuidade nunca se resolveu. A esperança no nascimento do "homem novo" não é exclusiva dos bolcheviques. O homem das revoluções jamais abandonou o ideal de alterar o curso da História e de modelar os seus semelhantes à imagem estremecida das suas aspirações.

É uma ambição desmedida? Melhor do que ninguém, respondeu Sebastião da Gama: "Pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos./Chegamos? Não chegamos?/Partimos. Vamos. Somos." A ética republicana combatia a sociedade do dinheiro, da superstição religiosa, da submissão, e pedia aos cidadãos que fossem instrumentos de liberdade. As "raízes vivas", de que falou Basílio Teles.

Fomos perdendo, sem sobressalto nem indignação, a matriz ética da República. De vez em quando, releio as páginas que narram os desassossegados dezasseis anos que durou o novo regime, obstinadamente defendido por muitos a quem se impunha a consciência do compromisso. Esses, entre o aplauso e o assobio, percorreram o caminho que vai do silêncio à perseguição, do exílio ao assassínio político. Morreram pobres. São os heróis de uma história que se dissipou, porque o fascismo impediu nos fosse contada, nas exactas dimensões das suas luzes e das suas sombras.

Relembrei estes episódios ao tomar conhecimento, pelo semanário Sol, de que Ramalho Eanes prescindira dos retroactivos a que tinha direito, relativos à reforma como general, nunca por ele recebidos. A importância ascende a um milhão e trezentos mil euros. É um assunto cujos contornos conformam uma pequena vindicta política. Em 1984, foi criada uma lei "impedindo que o vencimento de um presidente da República fosse acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência que aufiram do Estado." O chefe do Governo era Soares; o chefe do Estado, Ramalho Eanes, que, naturalmente, promulgou a lei.

O absurdo era escandaloso. Qualquer outro funcionário poderia somar reformas. Menos Eanes. Catorze anos depois, a discrepância foi corrigida. Propuseram ao ex- -presidente o recebimento dos retroactivos. Recusou. Eu não esperaria outra coisa deste homem, cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum. Ele reabilita a tradição de integridade de que, geralmente, a I República foi exemplo. Num país onde certas pensões de reforma são pornográficas, e os vencimentos de gestores" atingem o grau da afronta; onde súbitos enriquecimentos configuram uma afronta e a ganância criou o seu próprio vocabulário - a recusa de Eanes orgulha aqueles que ainda acreditam no argumento da honra.


publicado por LFF às 10:37
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
PARABENS SENHOR PRESIDENTE, MAS PODIA TER ÍDO MAIS LONGE

Não votei no Professor Cavaco Silva, nem nunca fui seu simpatizante, mas neste caso ele tem toda a razão e dou-lhe os meus parabéns.

Se para dissolver a Assembleia da República, o Presidente não tem que ouvir o primeiro-ministro, porque havia de ser necessário, para dissolver a Assembleia Regional dos Açores, ter que ouvir o Presidente do Governo Regional?

O que César queria era protagonismo e tentar, mais uma vez, imitar o ditador Hugo Chávez.

Mas, o senhor PR, podia e devia ter ido mais longe, não percebo porque é que o senhor PR, não se prenunciou contra uma norma, ou artigo, do futuro estatuto dos Açores, em que os deputados se aumentaram a si próprios em cerca de 800€ mensais, anexando as suas despesas de representação e ajudas de custo, ao vencimento do Presidente da Assembleia Regional, quando milhares de açorianos vivem abaixo do limiar da pobreza e da dignidade humana, e muitos milhares, vivem com pensões e reformas de miséria.

Já que os "senhores" deputados dos Açores, não têm vergonha, pelo menos o senhor PR devia mete-los na ordem.

 



publicado por LFF às 12:31
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
FAZ HOJE SETE E CENTO E DEZASSETA ANOS

 

Antero de Quental, retrato por Columbano Bordalo Pinheiro

 

Faz hoje 7 anos, sobre o ataque às torres gémeas de Manhattan, em New York.

Mas, também faz hoje 117 anos que Antero de Quental se suicidou, junto ao símbolo da esperança, no Largo de S. Francisco.

Antero nasceu em Ponta Delgada em 18 de Abril de 1842, foi um dos maiores intelectuais, dos Açores, e não só, até do País, era um socialista convicto.

O que diria hoje, quando visse o pântano para onde os socialistas estão levando o nosso País?

De certo, o mesmo que muitos camaradas contemporâneos dizem e diria a mesma frase que Alexandre Herculano utilizou em 1838, “MEU POBRE PORTUGAL, HEI-DE CHORAR-TE!”.

Desgostoso com a vida, desde a algum tempo, Antero, resolve partir para a sua terra natal, os Açores, mas antes participa num jantar de despedida oferecido pelos Vencidos da Vida no Tavares. No dia 05 de Junho de 1891 parte para Ponta Delgada e no dia 11 de Setembro do mesmo ano suicida-se.

 



publicado por LFF às 12:29
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008
DEPUTADO NECESSITA DE APRENDER A FALAR PORTUGUES

 

                               

 Por motivos profissionais, muito raramente vejo os noticiários da RTP Açores, mas ontem, e para mal dos meus pecados, quando cheguei a casa e liguei a TV estava a dar uma peça da Assembleia Regional, em que falava, em resposta a um deputado do PSD, o deputado do PS José San-Bento.

Meus caros amigos, este deputado, além de falar muito mal o português ainda tentou balbuciar alguns nomes em Árabe, o que foi um autêntico desastre.

Depois foi um engraxar, vergonhoso para tentar agradar ao chefe supremo que estava na bancada do governo.

Este senhor deputado necessita, urgentemente, de ir tirar um curso intensivo de língua portuguesa, para ver se os açorianos o percebem.

 



publicado por LFF às 15:19
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